Pode parecer algo surreal, mas a grande maioria dos desenvolvedores deve achar que tem um toque divino, e tudo que eles tocam se transfiguram na pura perfeição.
Já ouvi até que “testar é um problema do teste” — Shame on you!!!
Recentemente comprei uma bússula para mergulho e olhe que bacana o sistema de vendas deles.
Deus ajude que a bússola chegue
Uma das maiores, senão a maior contribuição do XP para mim enquanto desenvolvedor é ter sido iniciado na automação de teste.
Alguns falam que querer testar tudo é um pouco de paranóia. Bem só digo isto:
Não existe isso de ser pouco paranóico com testes.
O que ouço em alguns desenvolvedores é que escrever testes torna o processo de desenvolvimento mais lento e que é perder tempo.
Bem, eu noto que estes mesmos indivíduos (obrigado Scott Addams pelo termo), que são os mais espertalhões, que não perdem tempo escrevendo testes e que por conseguinte devem sofrer da síndrome do toque divino (ou STD) são os que vivem depurando os códigos fontes.
O custo de toda hora ficar criando os setups para poder ver o que se passa na cabeça dos monstrinhos que eles escrevem acaba sendo das perdas, a menor.
Aqui que vem o que é realmente caro: Como garantir que o ajuste de agora não quebrou o código de ontem?
Sem testes não tem como garantir isto!
Você nota fácil quem tem a STD.
Geralmente é aquele indivíduo que está desenvolvendo algo que está sempre quase pronto, e que depois de pronto sempre tem um ajuste para fazer, mas que após cada ajuste, aparece algo novo para ajustar (isso quando não ressuscita algo velho para ser ajustado).
Testar é analisar de forma profunda e entender antes o problema que se tenta resolver.


